Vicariato Jacarepaguá realiza retiro da Pastoral da Saúde

O Vicariato Jacarepaguá realizou, no dia 2 de maio, o retiro de aprofundamento da Pastoral da Saúde na Paróquia Santa Luzia, em Gardênia Azul. Com o tema: “Mais coração nas mãos”, o evento contou com a presença de 80 agentes da Pastoral da Saúde e também do vigário episcopal, cônego Robert Chrzaszcz, do pároco da Paróquia São Camilo de Léllis, padre Fábio Eduardo Pinto, do coordenador arquidiocesano da Pastoral da Saúde, padre Paulo Celso Dias do Nascimento, e do diácono Sérgio Catão. Cônego Robert disse que o objetivo do retiro foi incentivar as pessoas a entender o quanto é necessário dar testemunho da nossa realidade, tempo onde a Igreja se faz presente perto do leito da pessoa que necessita.

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“Em um momento frágil de enfermidade, as pessoas se sentem abandonadas e esquecidas, e é muito importante que tenha alguém perto dela, alguém da Igreja que leve a Palavra de Deus e de consolo”, enfatizou.

De acordo com o vigário episcopal, a realidade do vicariato vem mudando, já que cada vez mais pessoas se entusiasmam com a missão e procuram atender as pessoas na Pastoral da Saúde.

Para o padre Paulo Celso, coordenador arquidiocesano da pastoral, a dimensão espiritual dos membros é fundamental. E para que seja fortalecida, são realizados retiros para motivar o trabalho de cada voluntário.

“A oração nos ajuda a perseverar e continuar firmes nessa missão, na qual somos instrumentos nas mãos de Deus para o consolo e a solidariedade daqueles que sofrem e que estão passando pela irmã doença”, reforçou.

O pároco da Paróquia São Camilo de Léllis disse que o retiro foi uma enriquecedora experiência de formação, e ressaltou seu caráter espiritual.

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“Refletimos sobre a espiritualidade do agente de pastoral da saúde, inspirado em São Camilo de Léllis. Isso serve de incentivo e motivação para outras pessoas que desejam somar conosco nesta pastoral, trabalhando dimensões muito importantes na vida do ser humano”, contou

Já o diácono Sérgio Catão frisou a importância da iniciativa, que deve ser repetida com mais frequência.

“Essa formação é necessária para que pessoas não engajadas, não pertencentes à Igreja em saída, possam adotar a Pastoral da Saúde como sua pastoral, acolhendo a todos os enfermos”, completou.

Jéssica Pinheiro
jessica@testemunhodefe.com.br

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